Ó, gente, eu tenho uma preguiça danada dessas coisas - não tirei nenhuma foto de nada, não tô muito afim de contar mais coisas e etc mas, como ganhei várias mamães que pedem notícias, escrevo um pouquinho.
Hoje fui jantar na casa do Arn Chorn-Pond, o fundador da ong, CLA. Um cara super pra cima, tem uma casa linda (algo que me pareceu como o Embu de Phnom Penh), comi comida cambojana caseira com a filha do Peter Gabriel, Dan, o americano que está sendo minha prestativíssima ponte nessa empreitada, Savy, que me dará aulas de Chapei assim que consegui-lo, uma filipino-americana amiga do Dan, e mais uns. Foi bastante agradável, ouvi um pouco de umas gravações do Arn, inclusive pude ouvir o som da flauta Khmer dele - lindo, lindo. Ficou super animado, diz que planeja ir ao Brasil algum dia, acho que nos veremos bastante ainda. Gostamos bastante um do outro. E confesso que é um pouco surreal conhecer alguém assim, com essa história, que sobreviveu ao genocídio, aos campos de concentração, e que ainda foi forçado a lutar numa guerra antes de conseguir escapar pela Tailândia. Mas é isso aí, contou que depois de anos morando nos Estados Unidos (adotado, já que toda sua família foi exterminada na década de 70) conseguiu resolver seus pesadelos e voltou pra cá. Viu as coisas boas e não apenas o passado tenebroso. Achava que não teria oportunidade de conhecê-lo, foi uma baita surpresa. Acho que muitas coisas boas sairão disso.
À parte isso, minha gente, só tenho a contar que espero resposta dos mestres que constróem instrumentos e do cara da agência que barateou minha passagem, pois pretendo adiá-la - quero voltar uns oito dias mais tarde.
O bom é que acho que, finalmente, estou me acostumando ao fuso-horário. 23h aqui, estou morrendo de sono. Portanto, é isso.
Hoje fui jantar na casa do Arn Chorn-Pond, o fundador da ong, CLA. Um cara super pra cima, tem uma casa linda (algo que me pareceu como o Embu de Phnom Penh), comi comida cambojana caseira com a filha do Peter Gabriel, Dan, o americano que está sendo minha prestativíssima ponte nessa empreitada, Savy, que me dará aulas de Chapei assim que consegui-lo, uma filipino-americana amiga do Dan, e mais uns. Foi bastante agradável, ouvi um pouco de umas gravações do Arn, inclusive pude ouvir o som da flauta Khmer dele - lindo, lindo. Ficou super animado, diz que planeja ir ao Brasil algum dia, acho que nos veremos bastante ainda. Gostamos bastante um do outro. E confesso que é um pouco surreal conhecer alguém assim, com essa história, que sobreviveu ao genocídio, aos campos de concentração, e que ainda foi forçado a lutar numa guerra antes de conseguir escapar pela Tailândia. Mas é isso aí, contou que depois de anos morando nos Estados Unidos (adotado, já que toda sua família foi exterminada na década de 70) conseguiu resolver seus pesadelos e voltou pra cá. Viu as coisas boas e não apenas o passado tenebroso. Achava que não teria oportunidade de conhecê-lo, foi uma baita surpresa. Acho que muitas coisas boas sairão disso.
À parte isso, minha gente, só tenho a contar que espero resposta dos mestres que constróem instrumentos e do cara da agência que barateou minha passagem, pois pretendo adiá-la - quero voltar uns oito dias mais tarde.
O bom é que acho que, finalmente, estou me acostumando ao fuso-horário. 23h aqui, estou morrendo de sono. Portanto, é isso.
3 comentários:
ora ora... se eu não ver foto de Sofia alimentando elefante combojano, não vou acreditar em nada, hein. vou dizer pra todo mundo que vc tah é nas oropa!
e esse seu diário tah ficando tão bunito...
deve ser foda esse sujeito aí, o "Arn"(?).
Ora, pense em quanta gente boa vc vai conhecer cujos nomes serão esquecidos caso não faça nenhum registro.
(A verdade é que estou curiosíssima pra saber de tudo o que vc anda fazendo aí no Camboja)
Ah, minha querida!
Que lindo o último post! Que óóótimo que você está adorando o lugar! Eu fico tão feliz que sorrio de orelha a orelha; você merece ter a melhor experiência do mundo aí!
Da próxima vez que voltar vai me levar junto. ; )
Por mais que encha o saco e dê preguiça, fotografa sim, vai! Estamos todos loucos de curiosidade para saber como são as paisagens e as pessoas pela sua óptica.
E escreva sempre que não for atrapalhar!
Um beijo enorme!
filha do peter gabriel???
tira foto, porra!
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