Achava que seria tudo muito mais difícil e burocrático. Só estava com meu passaporte, vi um monte de gente respondendo a um monte de perguntas com o passaporte nas mãos dos 'fiscais', ou o que o valha, e eu fiz uma cara de criança perdida: "I have to take a flight do Doha, I don't have a visa, I don't have a copy of my flight reservation, because actually..." - "Go there, please".
Ê coisa de principiante que nunca saiu do país.
A outra mulher, falando português europeu, fez cara de perdida de volta e mandou eu me virar, basicamente. E depois de perguntar coisas em inglês e receber respostas em francês (que por sorte entendo bem, embora não fale) até do cara do balcão de informações, consegui encontrar o guichê pra check-in do Qatar airways - é engraçado, tudo o que é 'exótico' fica longe. Longe, digo, você atravessa o aeroporto inteiro, deixa o carrinho, pega as malas, pega um metrozinho e de repente, tcharam! Companhias aéreas para lugares exóticos. Malaysian airlines, Qatar Airways, TAM, etc.
E então, pouquíssimos europeus. Uns australianos surfistas, montes de médio-orientais, alguns asiáticos.
Isso pareceu mais um primeiro escrito de diário de primeira viagem; mas, bem, é isso aí.
(O engraçado é que, claro, adoraria conhecer Paris. Mas essas horas de espera em meio a europeus só me deram mais vontade de ir logo pra Ásia)
Ê coisa de principiante que nunca saiu do país.
A outra mulher, falando português europeu, fez cara de perdida de volta e mandou eu me virar, basicamente. E depois de perguntar coisas em inglês e receber respostas em francês (que por sorte entendo bem, embora não fale) até do cara do balcão de informações, consegui encontrar o guichê pra check-in do Qatar airways - é engraçado, tudo o que é 'exótico' fica longe. Longe, digo, você atravessa o aeroporto inteiro, deixa o carrinho, pega as malas, pega um metrozinho e de repente, tcharam! Companhias aéreas para lugares exóticos. Malaysian airlines, Qatar Airways, TAM, etc.
E então, pouquíssimos europeus. Uns australianos surfistas, montes de médio-orientais, alguns asiáticos.
Isso pareceu mais um primeiro escrito de diário de primeira viagem; mas, bem, é isso aí.
(O engraçado é que, claro, adoraria conhecer Paris. Mas essas horas de espera em meio a europeus só me deram mais vontade de ir logo pra Ásia)
Ah, e claro - conheci um brasileiro que mora na Paulista, no prédio da Gabi. Só pra garantir que a lei continua e, não importa aonde vá, você vai encontrar/conhecer alguém que está muito perto do teu mundo e tua realidade.
5 comentários:
Mimimi! Você está em Paris!
Posta tudo sempre que puder, tá? Eu fico louca para saber.
E nada de Europa mesmo, destino clichê dos estudantes uspianos classse média alta, minha Sofia vai é pra Ásia!
Phnom Penh que aguarde!
Querida, querida!
ah, eu fico cehia de orgulho de vc, Sofi...
Tô na expectativa do cruzeiro pelo Triângulo do Dragão em 2011, mas por hora quero saber com que nome de compositor batizará o elefante!
delicia. se fosse ficar mais um pouquinho a gente tomava um café com tartine burguesa aqui. :)
Just for the record, achar que Paris é burguesa/burguesia é ainda mais clichê que classe média que viaja a Paris, hehe.
No meio das minhas filmagens eu vi seu post no facebook falando que tava em Paris e pensei "Putz, ela foi até lá e só vai ficar no aeroporto. Como pode?!?"
Mas foda-se, existe tempo pra isso depois. Agora há uma urgência para se ver elefantes.
Qatar airways! Eu já entrei no site deles para fazer orçamento de passagens pra um filme quando eu trabalhava na Primo.
Eu tenho medo de asiáticos não japoneses/chineses/coreanos, tipo a amiga da Claire do Lost.
Você pegou um metrô dentro do aeroporto?!??!? Existe mesmo isso?
A história do cara do prédio da Gabi é inacreditável...
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